Milhares de manifestantes estão nas ruas de Erevan, capital da Arménia, antes da votação dos deputados numa sessão extraordinária para eleger o novo primeiro-ministro, enquanto Nikolai Pachinian acusa o partido no poder de querer impedir a sua candidatura.

Nikolai Pachinian, único candidato ao cargo, advertiu o partido no poder para não levar a tolerância da população ao limite, o que poderá desencadear “um verdadeiro tsunami político”.

O líder da oposição foi na segunda-feira formalmente nomeado pela coligação Yelk candidato a primeiro-ministro, numa votação crucial para o futuro da antiga república soviética do Cáucaso.

Desde 13 de abril que a Arménia está mergulhada numa crise política sem precedentes. Um movimento de protesto provocou, a 23 de abril, a renúncia de Serge Sarkissian, eleito primeiro-ministro seis dias antes pelos deputados, depois de ter sido chefe de Estado por dez anos.

O presidente do parlamento arménio, Ara Babloïan, convocou para hoje uma reunião extraordinária para a eleição de um novo primeiro-ministro, depois de Serge Sarkissian ter renunciado.

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