“Face à crescente afluência de transeuntes, nomeadamente turistas, na zona fronteira ao Palácio Nacional de Mafra, e tratando-se de património de reconhecido valor histórico-cultural, considera-se que a instalação de um sistema de videovigilância concorre para uma maior segurança de pessoas e bens”, afirmou por escrito à agência Lusa Aldevina Rodrigues, que tutela também a Polícia Municipal.

Mafra, no distrito de Lisboa, regista taxas de criminalidades “inferiores à média nacional”, mas a autarquia “pretende atuar preventivamente”, explicou.

A autarca admitiu também que o sistema "contribui para a melhoria das condições necessárias à eficácia das operações de proteção civil" no centro histórico.

De acordo com o contrato celebrado na terça-feira e publicado na Plataforma da Contratação Pública, a autarquia investiu mais de nove mil euros na aquisição do sistema de videovigilância.

Vão ser instaladas quatro câmaras rotativas para garantir a segurança no espaço público junto ao Palácio Nacional de Mafra.

O sistema de videovigilância vai funcionar todos os dias, durante as 24 horas, adiantou a autarca.

O município não aponta ainda uma data para a entrada em funcionamento da videovigilância por aguardar autorização da PSP.

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