Segundo o balanço da Operação Baco, da GNR, foram testados 51.413 condutores, dos quais 1.100 conduziam com excesso de álcool no sangue. Destes, 334 apresentavam uma taxa de álcool igual ou superior a 1,2 gramas/litro (g/l).

Durante a operação, que decorreu entre 12 e 24 de junho, a GNR intensificou a fiscalização da condução sob influência de álcool, com o objetivo de prevenir a sinistralidade rodoviária e aumentar o sentimento de segurança dos utentes da via.

As ações de fiscalização, explica a GNR, “foram direcionadas para as vias onde as infrações por excesso de álcool são mais frequentes e dão origem a um risco acrescido de acidentes de viação”.

Na operação, em que participaram militares dos Comandos Territoriais e da Unidade Nacional de Trânsito (UNT), foram detetadas 15.111 contraordenações rodoviárias, entre elas 4.269 por excesso de velocidade, 979 por falta de inspeção periódica obrigatória, 774 por anomalias no sistema de iluminação e sinalização e 537 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou cadeirinhas para crianças.

Foram ainda detetados 538 casos de uso do telemóvel durante a condução e 391 infrações por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.

“A GNR continuará a intensificar ações de fiscalização no âmbito da condução sob a influência do álcool, no sentido de contribuir para a redução do número de acidentes rodoviários nas estradas”, acrescenta o comunicado.

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