"A saúde deixou de ser um privilégio dos ricos e passou a ser um direito de todos os portugueses. Houve uma democratização da saúde no país e isso foi muito importante", salientou Carlos Cortes à agência Lusa.

A SRCOM vai assinalar o Dia do SNS em Coimbra, entre os dias 09 e 15, com um vasto conjunto de atividades que pretendem mostrar "as melhorias e o que de bom trouxe o SNS à população".

O programa apresenta debates e exposições, e inclui visitas a serviços hospitalares e cuidados de saúde primários na região que, segundo Carlos Cortes, representam "o êxito e uma mais-valia para os doentes".

"Nestas comemorações queremos evidenciar o papel dos médicos na ideia de criação do SNS e na sua construção e manutenção. Vamos falar de forma positiva para romper um pouco com as denuncias que temos feito ao que não está a correr bem", sublinhou.

Segundo afirmou, o SRCOM pretende explicar o papel que o SNS representou junto dos portugueses em várias vertentes, sobretudo "naquela que é mais evidente, que é nos cuidados de saúde".

No entanto, lembrou que "todas as conquistas feitas ao longo destas décadas estão sempre em risco e é preciso acarinhar e acompanhar o SNS, que tem tido várias dificuldades, tem resistido, mas tem de ter haver alguma preocupação com ele".

As comemorações terminam no dia 15 com o ato simbólico da rega da ‘Oliveira SNS', a árvore que cresce desde 2009 no Parque Verde do Mondego, iniciativa que deverá contar com a presença da ministra da Saúde, Marta Temido.

Nesta ocasião, explicou Carlos Cortes, será homenageada a "figura maior" do SNS, António Arnaut, falecido em 21 de maio de 2018, que foi o responsável pela criação do SNS, em 1979, quando era ministro dos Assuntos Sociais.

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