De acordo com a nota publicada, esta segunda-feira, no site da Procuradoria-Geral da República, o Ministério Público (MP) entende que o aluno daquela instituição "delineou e decidiu executar um plano que visava praticar um ataque na Universidade de Lisboa, em concreto da Faculdade de Ciências, com o objetivo de matar indiscriminadamente várias pessoas".

O Ministério Público quer, desta forma, "o julgamento, perante tribunal coletivo", do jovem "pela prática de dois crimes de terrorismo, um na forma tentada, e um crime de detenção de arma proibida".

De acordo com o MP, "o arguido tinha ainda a intenção de provocar incêndio e explosões nas instalações daquela Faculdade, utilizando", tendo transmitido "as suas intenções de concretizar o plano em diversas mensagens de rede sociais".

O ataque estaria previsto para o dia 11 de fevereiro, tendo o arguido sido detido um dia antes.

"Dias antes da data prevista para o ataque uma pessoa não identificada que teve conhecimento daquelas mensagens denunciou a situação ao FBI que transmitiu a informação à Polícia Judiciária, permitindo assim a realização e diligências que conduziram à detenção do arguido em flagrante delito", acrescenta a nota hoje divulgada.

Natural da Batalha, o arguido frequentava o 1º ano de Engenharia Informática e foi detido pela Polícia Judiciária na casa onde residia no Olivais, em Lisboa.

O arguido está em prisão preventiva desde 11 de fevereiro de 2022, tendo aquela medida de coação sido substituída pela medida de internamento preventivo, explica o MP.

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