As cerimónias fúnebres de António Passos Coelho, pai do ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, vão realizar-se na terça-feira, na igreja do Calvário.

Nascido em 1926, em Vale de Nogueiras, em Vila Real, António Passos Coelho foi médico pneumologista, tendo passado pelo Caramulo, de onde foi para Luanda (Angola), tendo regressado depois à terra natal.

Em Vila Real, foi diretor de hospital, abriu consultório e foi presidente da Assembleia Municipal, eleito pelo PSD e, ao longo do seu percurso de vida, escreveu vários livros.

Ao longo do seu percurso de vida, escreveu vários livros, desde a poesia aos contos ou ao romance, nomeadamente “Gente da minha terra", "Histórias selvagens", "Material humano" "Caramulo", "Zélia", "Angola, amor impossível", "Memórias do Céu e Inferno" ou "Delírio Rimado".

Foi agraciado com a medalha de ouro de mérito municipal em julho de 2003.

A Câmara de Vila Real, liderada pelo socialista Rui Santos, emitiu uma nota manifestando o seu “profundo pesar” pela morte do antigo presidente da Assembleia Municipal e endereçou à família “sentidas condolências”.

O presidente da concelhia do PSD de Vila Real, Vasco Amorim, destacou à agência Lusa o “percurso extraordinário” do médico, escritor, político que desempenhou um papel muito relevante neste município.

Vasco Amorim elencou ainda o “lado humano” do homem que era “muito conhecido e respeitado” e que desempenhou um papel importante papel na luta contra a tuberculose.

O PSD, numa nota de pesar, destacou o “cidadão exemplar que prestou enormes serviços públicos, enquanto médico pneumologista exercendo durante 60 anos”.

[Notícia atualizada às 19h12]

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