De acordo com o mais recente boletim informativo do Comité de Resposta ao Ébola, o doente, um homem de 40 anos, esteve em contacto com uma pessoa infetada e que morreu em dezembro.

Segundo as autoridades de saúde, "foram identificados pelo menos 108 contactos relacionados com este caso, incluindo de 14 membros da mesma família".

A região de saúde de Beni está "reinfetada novamente a partir da zona de saúde Bundji, onde estão os doentes deslocados e à espera da vacina contra o Ébola", acrescentaram as autoridades.

Para Bibiche Matadi, da equipa de controlo do Ébola em Beni, esta situação teve origem na emissão de alertas tardios e na desinformação entre a população.

A RDCongo enfrenta uma epidemia de Ébola que foi declarada em agosto de 2018 e está atualmente a afetar as províncias do Kivu Norte e Ituri.

As atividades de resposta à doença são regularmente interrompidas devido à insegurança causada pela violência nestas áreas onde operam grupos armados.

A organização não-governamental Médicos Sem Fronteiras, por exemplo, anunciou no início de dezembro a retirada das suas equipas da região das minas de Biakato, onde três funcionários foram mortos num ataque armado no final de novembro.

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