Em mais um discurso inflamado, o segundo no primeiro dia do congresso, o líder da JP afirmou que contará com João Almeida e também espera que “possa trabalhar” com Lobo d’Ávila.

“O CDS não sou eu, somos nós”, garantiu o líder da Juventude Popular, que prometeu contar ciom todos, “mesmo com aqueles que vieram fazer críticas”, mesmo as “injustas”, incluindo a sua juventude.

E, em resposta aos seus críticos, pediu que não o diabolizem.

“Não adianta diabolizar-me. O partido conhece-me, estive diariamente disponível. Eu amo o meu partido. Eu sou um filho do meu partido”, afirmou ainda.

A quem disse que, se for eleito, não estará no parlamento para confrontar António Costa, primeiro-ministro, nos debates quinzenais, Rodrigues dos Santos prometeu trabalhar para "crescer no país para depois ocupar mais lugares na Assembleia República".

Outra promessa que deixou é que a moção, para a direita portuguesa, "é para liderar o pais, não é só para liderar o CDS".

Falando para dentro e para fora do partido, pediu aos mais velhos que acreditem nele: "Esta é a nova direita para Portugal. Peço aos avós e aos pais que acreditem em mim como acreditam nos seus netos e filhos. Aos jovens, aos da geração acima e abaixo, acreditem no CDS em Portugal, porque Portugal precisa de nós."

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