“A situação em Israel e na Palestina é grave. Em Gaza, há tanto sofrimento, há falta de bens de primeira necessidade”, disse o Papa, numa mensagem lida por um assistente no final da oração do Angelus, na sua residência da Casa Santa Marta, no Vaticano, junto do qual Francisco permaneceu sentado.

A recuperar de uma bronquite, o Papa Francisco admitiu estar “triste com o facto de as tréguas terem sido quebradas”, reiterando a sua expectativa de que “as partes envolvidas consigam chegar a um novo acordo de cessar-fogo o mais rápido possível”.

O líder da Igreja Católica apelou para a procura de “caminhos corajosos para a paz” e lembrou os reféns israelitas detidos pelo Hamas e a população de Gaza que sofre com os ataques de Israel.

“Muitos reféns foram libertados, mas muitos ainda estão em Gaza. Pensemos neles e nas suas famílias, que tinham visto uma luz, uma esperança de abraçar os seus entes queridos”, afirmou, acrescentando a esperança de que possam ser encontradas “soluções diferentes em relação às armas”.

Milhares de fiéis seguiram as palavras do Papa pela televisão, nos ecrãs instalados na Praça de São Pedro, local habitual da oração do Angelus do Papa.

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