A Assembleia da República saudou assim, por unanimidade, a equipa liderada pelo cirurgião cardiotorácico Manuel Antunes, pelo sucesso das intervenções, através dos dois votos.

A equipa, que integrava ainda um elemento de outro centro hospitalar português, esteve em Amã de 21 a 29 de setembro, para a sua terceira missão cirúrgica humanitária anual consecutiva, no Gardens Hospital.

“As cirurgias foram efetuadas em crianças com patologia cardíaca congénita, sendo a mais nova de sete meses e a mais velha de 15 anos”, refere um comunicado do CHUC enviado à agência Lusa no início de outubro, salientando que a maioria das intervenções decorreu com recurso a circulação extracorpórea.

Segundo a nota, a missão foi dirigida para o tratamento cirúrgico da patologia cardíaca infantil da população síria refugiada em território jordano.

Os oito elementos da equipa, liderados pelo cirurgião cardiotorácico Manuel Antunes, participaram de forma voluntária e gratuita e, além da cirurgia, prestaram formação específica ao pessoal clínico.

A missão contou com o apoio e o trabalho dos elementos do próprio Gardens Hospital, nomeadamente dos seus cardiologistas, pessoal técnico e de enfermagem.

“Todos os doentes tiveram pós-operatórios favoráveis e no momento de regresso da equipa a Portugal, nove tinham tido alta hospitalar”, adianta o comunicado do CHUC.

A equipa operou, nos últimos três anos, 40 doentes, incluindo os intervencionados nesta missão, sem qualquer mortalidade ou complicações graves.

Estas missões cirúrgicas têm sido financiadas pela União Europeia, através de subsídios específicos atribuídos a “La Châine de l´Espoir Francesa”, que deu suporte logístico e organizativo local aos membros da Cadeia de Esperança Portugal e equipa cirúrgica.

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