Os manifestantes, alguns envergando t-shirts azuis e bandeiras com fundo da mesma cor, partiram da Gare do Oriente em direção às imediações do Altice Arena onde se realiza a conferência.

Pelo caminho, os participantes iam entoando palavras de ordem como “a nossa luta é todo o dia pelo oceano e pela ecologia” e empunhavam cartazes e faixas onde se podia ler, em português ou inglês, “Salvem os tubarões, salvem o oceano”, “políticos falam, os oceanos morrem” e “Ouçam a ciência, revolução climática já!”.

Sob o mote “Salvar o Oceano é Salvar o Clima”, a marcha tem por base um manifesto subscrito por mais de 60 organizações nacionais e internacionais, a maioria ambientalistas, mas também partidárias, incluindo o Bloco de Esquerda, representado no desfile pela coordenadora, Catarina Martins.

O manifesto reclama, entre outras medidas, a recuperação dos ecossistemas marinhos, o fim de todas as isenções e subsídios à pesca prejudicial e para combustíveis fósseis e a proibição de novas explorações de petróleo e gás offshore.

A conferência da ONU sobre os Oceanos, em Lisboa, que entrou hoje no seu terceiro dia e termina na sexta-feira, é coorganizada por Portugal e pelo Quénia e visa impulsionar a adoção de medidas globais para a preservação dos oceanos.

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