De acordo com o documento, intitulado “Península Ibérica em Números 2017”, Portugal registava em 2016, 20,7% de população idosa (65 ou mais anos) enquanto em Espanha o valor apontava para os 18,7%, valor pouco inferior ao da UE no seu conjunto (19,2%), salientam os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os dados destacam que, Espanha foi, em 2015, o país da UE que registou o valor mais elevado na esperança de vida à nascença para as mulheres (85,7 anos), tendo Portugal apurado um valor próximo (84,3 anos), estando ambos os países acima do que se registou na UE (83,3 anos).

Os dois países registaram aumentos da taxa de mortalidade face a 2007 e diminuição da natalidade, sobretudo em Espanha. Neste campo Portugal passou de 9,7% em 2007 para 8,4% em 2016, enquanto Espanha passou de 10,9% para 8,7%.

De acordo com o INE, a distribuição das populações portuguesa e espanhola por faixas etárias é muito semelhante. A maior diferença regista-se nos homens com idade entre os 30 e os 54 anos que em Portugal representam 17,3% e em Espanha totalizam 19,6%.

O índice sintético de fecundidade, no período 1996-2015, foi tendencialmente decrescente em Portugal (1,44 e 1,31 respetivamente) e tendencialmente crescente em Espanha (1,14 e 1,33).

O INE concluiu também que, o adiamento da idade da maternidade se manteve. A idade média da mãe aquando do nascimento do primeiro filho subiu de 29,3 anos para os 30,7 anos em Espanha e de 28,1 anos para 30,2 anos em Portugal, no período 2006-2015.

Os dados do estudo mostram ainda que, existe uma grande discrepância entre as regiões ibéricas no que respeita ao número de habitantes por quilómetro quadrado.

Em 2015, os mínimos registaram-se no Alentejo (23,1), os máximos em “Meililla” (Ceuta) (6 513,3).

A “Comunidad de Madrid” e a Área Metropolitana de Lisboa registaram, respetivamente, 804,0 hab/km2 e 932,3 hab/km2.

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