“Passei momentos difíceis. Estou feliz por estar de volta, graças a Deus”, disse Abdelmadjid Tebboune numa mensagem em vídeo difundida pela televisão pública nacional.

O presidente, de 75 anos, que adoeceu no final de outubro, referiu na sua mensagem que precisa de apenas ”alguns dias” para terminar a recuperação, depois de em meados de dezembro ter anunciado que poderiam demorar várias semanas até que estivesse apto para voltar à Argélia.

A longa ausência de Tebboune lembrou os prolongados períodos durante os quais o seu antecessor não apareceu em público depois de sofrer um acidente vascular cerebral em 2013.

Abdelaziz Bouteflika recebeu tratamentos em França e, depois, viajou para a Suíça para realizar diversos exames médicos, mas houve mais especulação do que informação oficial sobre o seu estado de saúde naquela época.

Ainda assim, Bouteflika permaneceu no poder até ser forçado a abandonar a sua candidatura a um quinto mandato no ano passado, após enorme pressão de manifestações populares e das forças armadas.

O Primeiro-Ministro Abdelaziz Djerad foi o responsável máximo do país durante a ausência de Abdelmadjid Tebboune, num momento em que a Argélia luta contra uma situação económica agravada pela pandemia de covid-19 e outros problemas.

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