“Rejeitamos esta decisão que viola o direito internacional e as resoluções das Nações Unidas”, declarou Erdogan, no segundo dia da sua visita ao Reino Unido, durante uma palestra no centro de reflexão Chatham House.
O chefe de Estado acrescentou que “com esta decisão, os EUA escolheram serem uma parte do problema e perderam o seu papel de mediador no processo de paz” no Médio Oriente.
Erdogan exportou ainda a comunidade internacional a “desempenhar o seu papel o mais rapidamente possível” e a tomar medidas para acabar com “a agressão crescente de Israel”.
Reafirmou ainda que “a criação de um Estado palestiniano independente, com Jerusalém como capital” é “a única solução para uma paz durável”.
Os EUA inauguraram hoje a sua nova embaixada em Jerusalém, depois de Donald Trump ter decidido transferi-la de Telavive, no dia em que foram mortos 52 palestinianos pelos militares israelitas, durante manifestações de protesto na Faixa de Gaza.

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