"O sofrimento dos refugiados não acaba quando encontram refúgio em terra estrangeira", disse o príncipe numa mensagem na BBC, num dos programas mais populares -  "Thought for the Day" -  no qual várias personalidades apresentam reflexões sobre a atualidade.

"Estamos a assistir à ascensão de muitos grupos populistas no mundo inteiro, cada vez mais agressivos em relação aos que professam uma fé minoritária (...) Tudo isto tem ecos profundamente inquietantes dos dias obscuros dos anos 30", afirmou.

O príncipe acrescentou que não se refere apenas aos cristãos que tentam fugir do Médio Oriente, mas também a outras minorias perseguidas como os yazidis, os judeus, os muçulmanos ahmadi ou os baha'i. Ao citar o "extremismo monstruoso" que se viu na Segunda Guerra Mundial, o príncipe de Gales, filho da raínha Elisabete II, disse que parece "incrível que 70 anos depois ainda observemos perseguições tão vis".

O herdeiro da coroa recordou ainda que a família de Jesus procurou refúgio da perseguição e que Maomé também emigrou de Meca a Medina em busca de liberdade religiosa.

A mensagem na íntegra pode ser lida aqui.

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