A secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro, disse à agência Lusa que, no início, eram cerca de 30 empresas que pretendiam "ser um modelo para as outras".

A ideia era trabalhar para "combater disparidades salariais" e esforçar-se por abrir mais às mulheres carreiras das quais costumam estar afastadas, como as engenharias, explicou.

Hoje, sete novas empresas, incluindo a agência Lusa, juntaram-se ao Fórum Empresas para a Igualdade, em que se assume o compromisso de ir "mais além do que determina a lei" em termos de condições de trabalho favoráveis para a igualdade de género, disse à Lusa a presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego, Joana Gíria.

Condições para o teletrabalho, horários flexíveis, dispensas nos dias de aniversário dos filhos ou protocolos com creches" são algumas das práticas entre as empresas que fazem parte do Fórum, acrescentou.

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