1. China anuncia neutralidade carbónica até 2060

O Secretário-Geral do Partido Comunista da China, Xi Jinping, anunciou o compromisso de que o país irá alcançar a neutralidade carbónica até 2060.

Planeta A

Uma volta ao mundo centrada nos temas que marcam.

Todas as semanas, selecionamos os principais trabalhos associados à rede Covering Climate Now, que o SAPO24 integra desde 2019, e que une centenas de órgãos de comunicação social comprometidos em trazer mais e melhor jornalismo sobre aquele que se configura como um tema determinante não apenas no presente, mas para o futuro de todos nós: as alterações climáticas ou, colocando de outra forma, a emergência climática.

Esta promessa de um dos maiores contribuidores para a poluição climática é considerada pelos ambientalistas como um passo importante para lidar com a crise climática desde que o Acordo de Paris sobre o clima — onde ficou acordado que os governos globais têm de reduzir as emissões de carbono numa tentativa de limitar o aquecimento global para abaixo dos 2º C.

Mas, não será uma tarefa fácil para a China, explica Jillian Ambrose numa peça para o jornal britânico The Guardian. O país terá de fazer mudanças a um ritmo acelerado para cumprir os objetivos anunciados, e especialmente num momento em que as centrais a carvão ainda são bastante utilizadas na China.

Para ler na íntegra no The Guardian

Howey Ou ação climática
créditos: Nicolas Asfouri / AFP

2. A lutar sozinho pela ação climática na China: o jovem ativista Howey Ou

Como parte de um esforço para fazer uma maior cobertura mediática sobre o ambiente, a Vice News lançou várias peças ao longo dia, inclusive uma reportagem sobre um jovem ativista de Guilin, China. 

Howey Ou, de 18 anos, juntou-se ao movimento internacional Fridays for Future e continua a não ir à escola às sextas-feiras como protesto pelo clima, mesmo que já tenha sido detida pela polícia, a internet em casa cortada pelo governo e banida da escola.

“Perguntei-me como é que um país como o meu, com uma população de mais de 1.4 mil milhões de pessoas, não tinha um único jovem disposto ou corajoso o suficiente para se manifestar contra a horrível destruição ambiental que está a acontecer”, disse a ativista.

Para ler na íntegra na Vice News

O Planeta aguenta?
AFP; STR

3. Mais 1.8 mil milhões de toneladas de gases de efeito estufa serão lançados para a atmosfera

O aumento do dióxido de carbono na atmosfera aumenta também o risco de eventos climáticos extremos e, com o tempo, resultará em impactos económicos e de saúde devastadores. Neste momento, vários estados norte-americanos estão a sofrer incêndios florestais, furacões ou outros fenómenos climáticos.

Segundo um artigo do Truthout, um estudo de setembro revela que mais 1.8 mil milhões de toneladas de gases do efeitos de estufa irão para a atmosfera como resultado das reversões ambientais do presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump.

Para ler na íntegra em Truthout

Conclusão do Projeto ENEOP -- Eólicas de Portugal
Uma torre eólica que faz parte do projecto ENEOP- Eólicas de Portugal, situado na Serra das Cezaredas, na localidade de Moledo, Lourinhã, 24 de Março de 2015. CARLOS BARROSO/LUSA. créditos: Lusa

4. À medida que os empregos na indústria dos combustíveis fósseis diminuem, os das energias renováveis aumentam

As empresas petrolíferas nos Estados Unidos estão, cada vez mais, a ir à falência. E, com isso, muitas pessoas perdem os empregos, mas, segundo uma tendência atual, muitos migram para a energia renovável em busca de novas oportunidades. 

A CBS News relata o aumento dos empregos renováveis nos Estados Unidos, num momento em que mais americanos do que nunca apoiam a energia renovável como meio de obter força económica.

Para ler na íntegra em CBS News

Greve do Metropolitano de Lisboa
Lusa

Por cá: Redução do preço dos passes diminuiu o uso do carro 

Num relatório que analisa as medidas financiadas pelo Programa de Apoio à Redução Tarifária (PART) em 2019, o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) destaca que as medidas executadas "tiveram impacto no volume de tráfego rodoviário, tendo-se verificado redução destes volumes e abrandamento dos ritmos de crescimento em vários segmentos da Rede Nacional de Autoestradas, principalmente na AML [Área Metropolitana de Lisboa] e AMP [Área Metropolitana do Porto]".

A redução no preço dos passes de transportes públicos levou à diminuição do tráfego rodoviário no ano passado, especialmente nas áreas metropolitanas, reduzindo as emissões de dióxido de carbono em cerca de 154 mil toneladas, segundo um relatório do IMT. 

Seleção e edição por Larissa Silva

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