Segundo os resultados divulgados pela autoridade eleitoral chilena quando faltava apenas contar 1% dos votos, Piñera registava 54,57%, contra os 45,43% alcançados pelo senador da nova esquerda Alejandro Guillier, que já reconheceu a derrota.

Alejandro Guillier, senador e jornalista de centro-esquerda, já assumiu a derrota e já felicitou Piñera.

O candidato conservador, de 68 anos, já tinha liderado o país entre 2010 e 2014 e vai voltar a fazê-lo a partir de março de 2018 substituindo novamente Michelle Bachelet.

Embora o movimento "Chile Vamos", do presidente eleito, tenha sido a força mais votada nas eleições legislativas de novembro, Piñera não contará com maioria absoluta para governar, e terá que fazer um pacto com outras forças para levar adiante qualquer reforma.

A vitória de Piñera representa, na América do Sul, o fim de um ciclo de hegemonia da esquerda, afastada do poder no Brasil, na Argentina e no Peru.

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