Num comunicado hoje divulgado, os sindicatos USO e Sitcpla anunciaram greve para os dias 12, 13, 14, 15, 18, 19, 20, 21, 25, 26, 27 e 28 de julho nos dez aeroportos espanhóis onde a Ryanair opera — Madrid, Málaga, Sevilha, Alicante, Valência, Barcelona, Girona, Santiago de Compostela, Ibiza e Palma de Maiorca.

Em declarações à comunicação social, a secretária-geral da USO na Ryanair, Lidia Arasanz, assegurou que os sindicatos “foram forçados” a convocar novos dias de greve após os seis dias de greve que geraram 200 cancelamentos de voos e quase mil voos atrasados em todo o país.

Da mesma forma, criticou o facto de a empresa não ouvir os trabalhadores e “preferir deixar milhares de passageiros em terra a sentar-se para negociar um acordo sob a lei espanhola”.

Os 12 novos dias de greve terão, como os anteriores, 24 horas de duração e todos os trabalhadores da Ryanair em Espanha estão convocados.

Dada a falta de progressos, os sindicatos convocaram a greve e os já elevados serviços mínimos autorizados pelo Governo não foram respeitados pela empresa.

Até às 13:00, 10 voos foram cancelados e houve 123 atrasos neste sexto dia de greve da tripulação de cabine da Ryanair nas 10 bases da companhia aérea em Espanha.

Este dia de greve na Ryanair coincide com o segundo, de um total de nove, da tripulação de cabine da empresa britânica de baixo custo easyJet, que foram convocados pelo sindicato da USO para os dias 01, 02, 03, 15, 16, 17, 29, 30 e 31 de julho nos aeroportos de Málaga, El Prat e Palma de Maiorca.

Devido à greve da easyJet, houve hoje cinco cancelamento e 52 voos com atrasos até às 13:00.

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