“A situação na Ucrânia, infelizmente, continua a degradar-se rapidamente e, em algumas cidades, atingiu proporções catastróficas”, declarou o general Mikhaïl Mizintsev, citado pelas agências noticiosas russas.

O general acusou os “nacionalistas” ucranianos de minarem zonas residenciais e de destruírem infraestruturas essenciais como estradas e pontes, privando os civis de vias para fugirem e deixando-os sem eletricidade, sem água, comida e medicamentos.

A situação é particularmente grave em Mariupol, um porto importante no sul da Ucrânia, onde “centenas de milhares de pessoas, incluindo estrangeiros” ficaram presos, adiantou Mizintsev, acusando os “nacionalistas” ucranianos de serem os responsáveis.

A Rússia lançou a 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já causou pelo menos 564 mortos e mais de 982 feridos entre a população civil e provocou a fuga de cerca de 4,5 milhões de pessoas, entre as quais 2,5 milhões para os países vizinhos, segundo os mais recentes dados da ONU.

No 17.º dia desta ofensiva, os esforços das forças russas continuam concentrados em cidades como a capital, Kiev, Mariupol e também Dnipro, no centro do país.

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