O apartamento, na cidade brasileira do

Guarujá, permaneceu ocupado durante várias horas por militantes do Movimento dos Trabalhadores Sem-teto (MTST) que entraram no prédio para protestar contra a prisão do antigo chefe de Estado brasileiro, condenado a 12 anos e um mês.

O manifestante do MTST, Josué Rocha, explicou ao portal brasileiro de notícias G1 que os manifestantes saíram do local por volta do meio-dia e não há mais ninguém em frente ao prédio.

"A Polícia Militar deu um prazo para sairmos, senão poderia haver ação de reintegração e prisão dos manifestantes", disse Josué Rocha.

O juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato em primeira instância, e três juízes do Tribunal Regional Federal da 4ª região (TRF4), corte brasileira de segunda instância, deram como provado que o apartamento de luxo foi dado a Lula da Silva como suborno pela construtora OAS.

Desde que o caso começou a ser investigado, o ex-presidente brasileiro nega ser o proprietário do imóvel e diz que a sua condenação é fruto de uma perseguição judicial com viés político.

Lula da Silva começou a cumprir esta pena em regime fechado no dia 8 de abril, quando se entregou e foi levado para as instalações da polícia federal na cidade brasileira de Curitiba.

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