“Três mulheres acionaram os seus cintos explosivos à entrada de um campo de deslocados (na cidade de Mandarari), fazendo 28 mortos e 82 feridos”, disse Baba Kura, membro das milícias civis que lutam contra o grupo jihadista Boko Haram.

A primeira mulher rebentou o cinto cerca das 18:00 (mesma hora em Portugal) no mercado que está à entrada do campo, disse a mesma fonte.

A fonte, citada pela agência de notícias France Press, disse que a explosão provocou o pânico e que quando os comerciantes estavam a fechar as lojas as outras duas mulheres fizeram-se explodir.

"As pessoas tentavam fechar as suas lojas quando outras duas mulheres explodiram as suas cargas causando a maior parte das mortes", disse Baba Kura, membro das milícias civis que combatem o grupo extremista Boko Haram.

Fontes hospitalares falaram de “um grande número de pessoas que chegaram” ao fim do dia.

A região tem sido alvo de inúmeros ataques do grupo Boko Haram, uma organização fundamentalista islâmica que desde 2009 já provocou mais de 20.000 mortes e levou 2,6 milhões de pessoas a deixarem as suas casas.

O conflito contra o Boko Haram, que deixou mais de 20 mil mortos e 2,6 milhões de deslocados na região do Lago Chade, desencadeou uma grave crise humanitária e alimentar.

No sábado, mais de 30 pescadores morreram às mãos do grupo nas margens do Lago Chade, onde foram atacados por dois grupos de combatentes.

A região tem sido alvo de inúmeros ataques do grupo Boko Haram, uma organização fundamentalista islâmica que desde 2009 já provocou mais de 20.000 mortes e levou 2,6 milhões de pessoas a deixarem as suas casas.

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