A bacia do Tejo era a que apresentava no final de maio maior disponibilidade de água (92,7%), seguida da do Mondego (91,9%), Lima (87%), Guadiana (85,3%), Douro (84,9%), Cávado (83,4%), Barlavento (78,6%), Ave (75,9%), Arade (75,8%) e Mira (69,2%). A bacia do Oeste tinha o número mais baixo 64,4%.

De acordo com dados divulgados hoje pelo SNIRH, apenas as albufeiras de Campilhas e Monte da Rocha, na bacia do Sado, apresentavam no final de maio disponibilidades hídricas inferiores a 40%.

No fim do mês passado e comparativamente ao último dia do mês de abril verificou-se um aumento do volume armazenado numa bacia hidrográfica e uma descida em 11.

Os armazenamentos de maio de 2018 por bacia hidrográfica apresentam-se superiores às médias de maio (1990/91 a 2016/17), exceto para as bacias das Ribeiras do Ave, Ribeiras do Oeste, Mira e Ribeiras do Algarve.

A cada bacia hidrográfica pode corresponder mais do que uma albufeira.

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