"Há uma boa hipótese de que isso possa ter um grande impacto. Seria uma dádiva de Deus se funcionasse. Realmente mudaria a situação", disse o presidente americano na conferência de imprensa diária.

Já a Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu cautela ao associar a cloroquina a um possível tratamento contra o vírus da Covid-19, uma vez que foi testada apenas com alguns pacientes.

O medicamento é barato e é usado há décadas contra a malária, e estudos preliminares na China e em França indicaram que tinha ajudado as pessoas afetadas pela doença.

Os membros da comunidade científica criticam o presidente por criar expectativas em torno do tratamento, o que pode causar uma escassez para os americanos que precisam dele para tratar doenças para as quais foi efetivamente aprovado.

Na segunda-feira, Trump partilhou no Twitter um artigo sobre um homem da Flórida que diz que a cloroquina "salvou a sua vida".

Nova Iorque planeia lançar na terça-feira um teste clínico para tratar pacientes com Covid-19 com hidroxicloroquina, um derivado da cloroquina e um antibiótico chamado azitromicina.

O governo dos Estados Unidos também anunciou que, nesta semana, estarão disponíveis testes de coronavírus que as pessoas poderão realizar sozinhos, o que aliviará parte do sistema de saúde.

"Isso vai acelerar o processo, é claro", disse o vice-presidente Mike Pence.  "Mas também reduzirá os riscos para os profissionais de saúde expostos ao coronavírus", acrescentou.

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