"A Apple deve fornecer os dados de segurança deste telefone", afirmou Trump, num comício em Pawleys Island, na Carolina do Sul, estado onde tem lugar, neste sábado, o "caucus" republicano. "Acho que devem boicotar a Apple até que a empresa forneça esse número de segurança. Acaba de me ocorrer. Boicotem a Apple", defendeu.

"Para começar, este telefone nem sequer pertence ao jovem assassino [de San Bernardino]. O telefone pertence às autoridades", acrescentou Trump. O candidato republicano criticou o CEO da Apple, Tim Cook, que, nesta semana, desafiou uma ordem da Justiça para cooperar com o FBI no desbloqueio de um iPhone usado por um dos autores do atentado em San Bernardino, no passado mês de dezembro. Cook alegou que, para fazer isso, seria necessário activar uma "backdoor" em todos os iphones, o que colocaria em risco a segurança de seus utilizadores.

Na opinião de Donald Trump, com esta atitude, o CEO da Apple quis mostrar "o quão progressista é".

Ontem, o departamento americano de Justiça pediu um mandado judicial que obrigue a Apple a colaborar no desbloqueio do iPhone 5c encriptado usado por Syed Farook, um dos autores do atentado que fez 14 mortos em San Bernardino. "A ordem não requer, como afirma uma declaração pública da Apple, que a Apple crie, ou forneça uma 'porta secreta' para cada iPhone", explica o documento apresentado pelo governo a um tribunal federal.

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