"Estas matanças constituem um ataque contra uma nação e um crime contra toda a humanidade", afirmou, acrescentando que os Estados Unidos ficaram indignados com a "crueldade, o ódio, a maldade, o derramamento de sangue e o terror" espalhados nos ataques.

Trump pediu também para que todos os norte-americanos condenem os supremacistas brancos, cuja retórica fez parte da tragédia ocorrida.

"O atirador de El Paso publicou um manifesto online consumido pelo ódio racista. E com uma só voz, a nossa nação deve condenar o racismo, o fanatismo e a supremacia branca. Estas ideologias sinistras têm de ser derrotadas. Não há espaço para o ódio na América. O ódio desvirtua a mente, devasta o coração e consome a alma", comentou.

Trump pediu reformas às leis de saúde mental e criticou ainda os videojogos violentos, de acordo com o Politico.

"Temos que parar com a glorificação da violência na nossa sociedade. Isso inclui os horríveis e terríveis jogos de vídeo que agora são comuns", acusou. "Hoje é muito fácil para os jovens problemáticos ficarem rodeados de uma cultura que celebra a violência", insistiu.

"Devemos reconhecer que a Internet forneceu um caminho perigoso para radicalizar mentes perturbadas", enfatizou. "Distúrbios mentais e ódio puxaram o gatilho, não a arma. Estou aberto e pronto a discutir todas as ideias que realmente consigam fazer a diferença", acrescentou o presidente dos Estados Unidos.

No entanto, não respondeu às acusações de que fora alvo — de que os seus comentários raciais e anti-migratórios tenham contribuído para o aumento destes incidentes —, escreve a Reuters.

Trump sugere que devem ser criadas leis que se certifiquem que as pessoas que sejam consideradas um "grave risco à segurança pública não tenham acesso a armas de fogo e que, se o fizerem, essas armas de fogo sejam confiscadas rapidamente".

O presidente fez referência às 20 pessoas que perderam a vida em El Paso, Texas, na manhã de sábado, e a outras nove que foram mortas 13 horas depois num bairro de Dayton, Ohio.

Com agências

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