No discurso de posse, numa cerimónia presidida pela PGR, Lucília Gago, o novo vice-PGR referiu que esta coesão no funcionamento do MP é o "vínculo mais sólido e identitário da magistratura" do MP.

Esta "coesão funcional" deve ser acompanhada por uma articulação entre jurisdições e processos por forma a tornar mais eficaz o trabalho do MP, defendeu.

"Não nos devemos quedar na inércia e prestar contas da nossa atuação", afirmou, acrescentando que "o MP é das instituições que mais presta contas interna e externamente".

Na sua intervenção, Carlos Adérito Teixeira aludiu à qualidade e dedicação dos magistrados do MP em tempos de constrangimentos orçamentais e de pandemia em que não tem havido a abertura suficiente de cursos para magistrados, o que faz com que "as entradas não compensem as saídas" desta magistratura.

O novo vice-PGR aludiu ainda à importância de "concertar objetivos com os órgãos de polícia criminal (PJ, PSP, GNR e outros)", de maneira a "rentabilizar as mais valias de cada polícia para otimizar resultados".

Lembrando que a função do vice-PGR é coadjuvar a PGR, Carlos Adérito Teixeira agradeceu a confiança em si depositada por Lucília Gago, prometendo o seu "empenho, lealdade e inteira determinação" no cargo, em que substitui João Monteiro, que se jubilou por motivos pessoais.

Na sua intervenção, Lucília Gago apontou as qualidades humanas e profissionais do novo-vice-PGR por si escolhido, considerando que a escolha foi o "justo reconhecimento da discreta competência e profissionalismo".

A PGR agradeceu ao anterior vice-PGR João Monteiro a "caminhada de três anos de competência e solidariedade" durante o seu mandato, em "particular nos momentos de maior dificuldade".

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