“Não tenho dúvidas de que nestas eleições o RIR vai ser o ‘tomba gigantes’. É preciso um ‘tomba gigantes’. É preciso fazer com que os grandes desçam à terra, porque a terra é o que o dá equilíbrio”, realçou Vitorino Silva (Tino de Rans), em declarações à agência Lusa.

O também cabeça de lista pelo Porto falava à margem de uma ação de campanha nas estações de metro de Entrecampos e Alvalade, em Lisboa.

Numa analogia futebolística, Tino de Rans criticou as agências de comunicação que têm feito a campanha dos partidos com assento parlamentar – PS, PSD, CDS, BE, CDU e PAN -, salientando que os partidos são todos iguais.

“Os grandes às vezes esquecem-se de que, quando entram em campo, podem ganhar, empatar ou perder. [Os partidos] são todos iguais. Vão ter correr o campo todo para ganhar. Se as agências de comunicação, que estão colada ao poder, a fazer o campeonato, não havia 18 equipas na primeira divisão, havia só cinco ou seis e jogavam apenas entre eles”, comparou.

De acordo com Vitorino Silva, o RIR está a fazer história e não vai “morrer” no dia das eleições, expressando que os portugueses procuram estabilidade democrática.

“O RIR está a fazer história, o RIR faz parte da história. O RIR não foi criado para ir a votos no dia 06 de outubro. O rir não vai morrer no dia 06 de outubro, o RIR está vivo”, realçou Tino de Rans, acrescentando que o partido quer “ser o fermento da democracia”, aquela “pedra pequena para nivelar a grandes”.

Para Vitorino Silva, o RIR vai chegar à primeira fila da Assembleia da República e o povo vai ter voz pela primeira vez.

“Os deputados que estão na primeira fila estão ao serviço de lóbis e influencias. Queremos os escolheu não foi o povo, foram as sedes dos partidos”, sublinhou, precisando que não dúvidas que “o povo vai chegar à primeira fila”.

Com poucas dúvidas em relação ao resultado de domingo, o líder do Reagir - Incluir – Reciclar defendeu também os eleitores emigrantes, afirmando que o RIR vai conseguir um bom resultado a nos círculos do estrangeiro.

“É o país mundo. Não tenho dúvidas nenhumas de que o RIR vai ter um grande resultado nos emigrantes, porque o RIR também fez campanha com os emigrantes. Foi dos poucos partidos que foi ouvi-los, porque o país não acaba em Valença nem em Elvas”, finalizou.

Tino de Rans esteve hoje de manhã numa ação de campanha no metro de Lisboa, onde entregou panfletos, tirou ‘selfies’ e conversou com as pessoas. Durante o passeio, o cabeça de lista foi dizendo que “é preciso começar a despovoar as cidades” e apostar no Interior, por causa fluxo populacional.

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