Os milaneses vão recorrer para o Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) da decisão da câmara adjudicatória do Comité de Controlo Financeiro de Clubes (CFCB) da UEFA.

O AC Milan diz que o incumprimento aconteceu “no período de três anos entre julho de 2014 e junho de 2017″.

O grande investimento do clube aconteceu após este período, quando investiu mais de 200 milhões de euros em contratações.

Em comunicado, a câmara adjudicatória do Comité de Controlo Financeiro de Clubes (CFCB), presidida pelo português José Narciso da Cunha Rodrigues explicou que a decisão se deve à quebra nas regras do ‘fair play’ financeiro, em particular “o requerimento de ‘break even'”, ou seja, o clube deixou de ter um equilíbrio entre as receitas e as despesas.

“O clube está excluído de participar na próxima competição da UEFA para a qual se qualifique dentro das duas próximas temporadas”, revela o comunicado, explicando ser uma competição em 2018/19 ou 2019/2020.

O AC Milan, que terminou em sexto lugar e poderia disputar a Liga Europa, foi vendido em abril de 2017 a investidores chineses por 740 milhões de euros.

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