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Da glória europeia à quase falência. A história de como o Benfica se tornou o clube que é hoje, contada através dos seus presidentes

Foi nas traseiras da Farmácia Franco, em Belém, que vários rapazes que se reuniam frequentemente para jogar futebol criaram um novo clube. Com as cores vermelho e branco e uma águia como emblema, para simbolizar as suas aspirações, nascia assim o Sport Lisboa. Desde então, o clube contou com 33 presidentes (e um interino) – conheça como marcaram a história da instituição, desde os que muito ganharam, aos que quase conduziram o clube à falência.
Da glória europeia à quase falência. A história de como o Benfica se tornou o clube que é hoje, contada através dos seus presidentes

Hoje é um dia importante para a vida do Sport Lisboa e Benfica, sendo a data em que os benfiquistas regressam às urnas de voto para eleger o presidente dos próximos quatro anos. No rol de opções têm o atual presidente, Luís Filipe Vieira, a recandidatar-se para um sexto mandato, tal como os concorrentes João Noronha Lopes e Rui Gomes da Silva.

Seja qual for a vontade dos sócios, o resultado servirá para avolumar aquela que é a história de um clube com um número infindável delas para contar. Desta feita, o SAPO24 traça-lhe um retrato daquele que foi o percurso do Benfica ao longo das décadas através dos seus presidentes, dos que conduziram o clube à glória até àqueles que quase tudo deitaram a perder.

Os primeiros presidentes

Pode dizer-se que o Sport Lisboa e Benfica conta com dois primeiros presidentes fundadores: de um lado, José Rosa Rodrigues como presidente do Sport Lisboa, do outro Luís Carlos de Faria Leal, primeiro presidente do Grupo Sport Benfica.

José Rosa Rodrigues (1904-1906) foi escolhido entre os 24 fundadores reunidos a 28 de fevereiro de 1904 para ocupar o lugar de presidente do Sport Lisboa. Além de presidente, integrou a equipa de futebol no primeiro jogo do clube, com o Grupo do Campo de Ourique, em 1 de janeiro de 1905.

Sócio n.º 1 do SLB, Luís Carlos de Faria Leal (1906 -1907) foi o primeiro presidente do clube que nasceu, em Lisboa, a 26 de julho de 1906: o Grupo Sport Benfica. Mais dedicado a modalidades como o ciclismo e atletismo, e com um campo, o clube atraía vários sócios, entre os quais Cosme Damião, associado n.º 81 do Grupo Sport Benfica e figura mítica do clube lisboeta.

O presidente unificador

A março de 1908, o Grupo Sport Benfica passa a denominar-se Sport Clube de Benfica, mais um passo para o clube passar a ter a denominação pela qual ficaria conhecido. A decisão definitiva, porém, deu-se se pouco depois, durante a presidência de João José Pires (1907-1910), ocorrendo a fusão dos dois clubes, Sport Clube de Benfica e o Grupo Sport Lisboa, a 13 de setembro de 1908, que deu lugar ao clube como é hoje conhecido: Sport Lisboa e Benfica.

Esta fusão, sugerida por Félix Bermudes, combinava um clube vocacionado para o futebol – Sport Lisboa – e outro mais dedicado ao atletismo e ciclismo - Sport Clube de Benfica. A sede foi então transferida para o Beco Visconde Sanches Baena, fazendo-se do campo de jogos da Quinta da Feiteira o lar desportivo, e manteve-se o equipamento vermelho e branco, o emblema e os jogadores de futebol do Sport Lisboa.

Gerência de longevidade

Com 17 anos à frente do Benfica, Luís Filipe Vieira é de longe o presidente que mais tempo esteve à frente das lides do Benfica — uma meta que pode ser prolongada caso seja reeleito para um sexto mandato. No entanto, não foi o único a garantir uma direção prolongada. Bento Mântua, por exemplo, foi eleito para oito mandatos (1917-1926) como presidente. O seu tempo à frente do clube encarnado é marcado pela compra terrenos nas Amoreiras, onde inauguraria o Campo de Benfica em 1925, depois de ter de fazer frente às exigências de uma renda incomportável em Sete Rios. Para além disso, desenvolveu ainda outras modalidades, como a patinagem, o hóquei em patins e de campo e o râguebi.

Duarte António Borges Coutinho (1969-1977) quase atingiu o recorde de Mântua. Fazendo-se sócio do Sport Lisboa e Benfica apenas aos 37 anos, em 1959, dez anos depois tornou-se presidente do clube. A sua presidência estendeu-se a quatro mandatos bienais consecutivos, tendo durado oito anos. No futebol teve a virtude de trazer um dos períodos mais profícuos do Benfica, consolidando a hegemonia nacional dos encarnados no desporto-rei, com sete títulos nacionais e três taças de Portugal. Em 1969, adquiriu os terrenos junto ao Estádio para construção de três campos de futebol, uma pista sintética de atletismo e oito campos de ténis, que marcaram a modernização do clube. Quatro anos depois de abandonar o cargo, acabou por falecer em Inglaterra e o clube homenageou-o com um pavilhão em seu nome, o Pavilhão Borges Coutinho.

Na marca dos seis anos, Fernando Martins (1981-1987) cumpriu três mandatos como líder máximo do clube. Nos seus mandatos, o Benfica sagrou-se bicampeão nacional, em 1983 e 1984, sendo que no primeiro desses dois anos disputou pela primeira vez a final de uma Taça UEFA, perdida para o Anderlecht. Ficou marcado, no entanto, como o presidente que, em 1985, fechou o “Terceiro Anel”, aumentando a lotação do Estádio para 120 mil pessoas, passando a Luz a ser a maior arena da Europa e a terceira maior do mundo. A época de 1982/83 seria também a primeira de Eriksson com os encarnados, onde venceu três campeonatos e três taças de Portugal.

Acima referido, o 33.º terceiro e ainda presidente do Sport Lisboa e Benfica é Luís Filipe Vieira (31 de Outubro de 2003 -), tendo o mais longo da reinado da história do clube, numa história que pode ainda continuar a ser escrita por mais quatro anos.

Depois de um trabalho de recuperação desempenhado por Manuel Vilarinho, Luís Filipe Vieira procurou continuar a reconstrução do clube, através da estabilidade financeira, desportiva e associativa. Procurou equilibrar as contas da SAD, tornando o clube num dos mais lucrativos da Europa, levou o Benfica a duas finais da Liga Europa, ao inédito tetra campeonato e construiu o Centro de Estágio no Seixal.

Em 2014, alcançou o triplete único na história do futebol português com a vitória da Primeira Liga, da Taça de Portugal e da Taça da Liga. Além disto, construiu dois pavilhões, a piscina e inaugurou o Museu Cosme Damião.

Os empreendedores

Tinha de começar com alguém. O quinto presidente do SLB, Alfredo Alexandre Luís da Silva (1910-1911), foi o responsável pelos primeiros títulos oficiais do clube no futebol. Em 1910, sagrou-se campeão de Lisboa nas três categorias existentes (1.ª, 2.ª e 3.ª) e desenvolveu o atletismo e ciclismo. Foi também responsável pela fundação da primeira delegação, Os Desportos de Benfica, em 1913, mais tarde integrada no Sport Lisboa e Benfica.

Augusto da Fonseca Júnior (1939-1945) teve uma passagem pelo clube atribulada, marcada pela expropriação do Campo das Amoreiras, altura em que o Benfica ficou sem um recinto para treinar e jogar, tendo assistido ainda ao agravamento das finanças do clube. No entanto, melhores dias viriam, e o Campo Grande foi inaugurado em 1941 e o clube sagrou-se bicampeão nacional no futebol, em 1942 e 1943.

António Afonso da Costa e Sousa (1945-1946) não consta das listagens oficiais, mas teve um papel fundamental no desenvolvimento do emblema encarnado. Foi presidente interino do clube e negociou a aquisição da sede da Avenida Gomes Pereira, no bairro de Benfica, além de ter dado início ao movimento que impulsionou a construção do novo estádio de futebol.

Entre os presidentes empreendedores, há também que mencionar Mário Lampreia de Gusmão Madeira (1949 -1951), responsável pela entrega do projeto, que estava prestes a sair do papel, daquele que ficaria conhecido por Estádio da Luz. Além disso, foi responsável pela contratação de José Águas e presidiu a primeira conquista europeia de um clube português, a Taça Latina, competição de grande importância (à época), disputada por clubes provenientes de França, Itália, Espanha e Portugal.

Por fim, registe-se a presença de Joaquim Ferreira Bogalho (1952-1957, que esteve cinco anos na presidência, marcada pela profissionalização do futebol, com a integração de Otto Glória como técnico dos encarnados, e a construção do Estádio da Luz, inaugurado a 1 de dezembro de 1954, com dois anéis e 35 mil lugares. Além de ter sido responsável pela contratação de Coluna, destacou-se nos troféus com a conquista, por duas vezes, da “dobradinha”.

Os responsáveis da glória europeia

Maurício Vieira de Brito (1957-1962) foi o responsável pela contratação do treinador Béla Guttmann, em 1959, ao Futebol Clube do Porto, ação que marcaria para sempre o clube dos encarnados, já que foi sob a batuta do técnico húngaro que o Benfica conquistou a Taça dos Campeões Europeus em 1961, contra o Barcelona, com uns apertados 3–2 em Berna. Se esse feito não bastasse, Vieira de Brito foi também o arquiteto da vinda de Eusébio, trazido do Sporting de Lourenço Marques, filial do grande rival de Lisboa em Moçambique, e o Benfica sagrou-se campeão nacional nas duas épocas, 1959/60 e 1960/61. E já que se menciona arquitetura, foi também ele que em 1960 iniciou a requalificação do Estádio da Luz, com a construção da primeira fase do Terceiro Anel.

Seguiu-se António Fezas Vital (1962-1964), que manteve a senda de vitórias e marcou a presidência do clube com o Benfica a sagrar-se bicampeão da Europa frente ao Real Madrid, clube que tinha sido pentacampeão europeu antes da "intromissão encarnada", num 5-3 em Amesterdão. Foi, aliás, no fim desta partida que Béla Guttmann lançou a “maldição”, ainda hoje falada entre alguns adeptos: "Nos próximos 100 anos, o Benfica não voltará a ser campeão europeu". As repercussões fizeram-se sentir logo no ano seguinte, perdendo os encarnados frente ao AC Milan por 2-1, em Wembley.

Adolfo Vieira de Brito (1964-1965/1967-1968) foi um dos presidentes “reincidentes” nos seus mandatos, por duas vezes ocupando o posto máximo do clube. Sob a sua liderança, viu o Benfica marcar presença em duas finais da Taça dos Clubes Campeões Europeus, tendo perdido ambas. Primeiro foi em 1965, com o desaire a ocorrer numa derrota por 1-0 perante o Inter Milão. Depois, em 1968, com o Benfica a disputar uma final europeia pela quinta vez em oito anos, a derrota ocorreu contra o Manchester United, por uns esclarecedores 4-1. O clube só regressaria a uma outra final da Taça dos Clubes Campeões Europeus em 1988.

Por último, é incontornável referir João Maria dos Santos Júnior (1987-1992), cujo legado é, no mínimo, complicado no Benfica. O seu foi o primeiro e único caso de rejeição do galardão “Águia de Ouro” em Assembleia Geral, pela sua gestão ter aberto as portas ao calvário dos anos 90 para o clube. No entanto, foi consigo que o Benfica atingiu as duas últimas finais da Taça dos Campeões Europeus, mesmo que perdidas – em 1988 para o PSV Eindhoven, no desempate por grandes penalidades, e em 1990 para o AC Milan, por 1-0. O clube, porém, venceu três Campeonatos Nacionais (1987,1989 e 1991) e conquistou a Taça de Portugal em várias modalidades – andebol, xadrez, natação. Apesar dos bons resultados iniciais, no segundo mandato o clube começou a enfrentar dificuldades.

Crise é com eles

Nos anos 90, o Benfica enfrentou uma série de dificuldades financeiras, acabando por ver alguns dos melhores jogadores abandonarem o clube e entrando num longo ciclo de instabilidade que apenas viu um fim no ano 2000.

Mecenas do clube, Jorge Artur Rego de Brito (1992-1994), sócio do Benfica desde os seus sete anos, foi responsável pela contratação de Paulo Futre em 1992, mas, apesar de uma “equipa de sonho”, os problemas financeiros do clube deram início a uma sequência de eventos que veio a ficar conhecida como o “Verão Quente de 93”. Assim, a sua presidência foi marcada pela instabilidade provocada pela rescisão de Paulo Sousa e Pacheco, com salários em atraso, e que acabaram por assinar pelo Sporting. Já João Vieira Pinto teve também um contrato assinado com os leões, mas seguiu o caminho contrário, tendo Jorge de Brito feito uma incursão ao Algarve e recuperado o jogador. No final de 1993, em Assembleia Geral, demitiu-se na sequência de dificuldades financeiras. No futebol, apenas conquistou a Taça de Portugal, em 1993.

Outro nome inescapável nesta secção é o de Manuel Damásio Soares Garcia (1994-1997). Apesar de um início promissor, a sua presidência foi marcada por várias alterações no comando técnico e rapidamente se complicou com o despedimento de dois treinadores, Artur Jorge e Manuel José, agravando-se ainda com a demissão de Paulo Autuori e Toni, que abandonou o cargo de treinador mesmo depois de ter sido campeão. Apesar de contar com jogadores como Preud' homme, Edilson e Caniggia, os resultados teimaram em não aparecer.

Como presidente, realizou uma campanha de admissão de sócios, com mais de 48 mil novos sócios, ultrapassando os cem mil, e a 15 de março de 1995, procedeu à Inauguração da Capela de Nossa Senhora da Luz, no Estádio da Luz.

Mas de toda a história do Benfica, aquele que possivelmente terá sido o presidente de pior memória do clube dá pelo nome de João António de Araújo Vale e Azevedo (1997-2000). Num mandato marcado pela polémica e pela rescisão dos contratos com a Olivedesportos, quase levou o clube à falência em 2000.  Apesar da alta expetativa inicial, a execução ficou longe do esperado sem alcançar qualquer título no futebol e, pouco depois de ser derrotado nas urnas por Vilarinho, a transferência de Ovchinikov valeu-lhe seis anos de prisão. Os processos judiciais que envolveram o presidente resultaram em prejuízos para o clube e na sua expulsão como sócio. No seu mandato, registou-se, porém, a vitória coletiva e individual, do ciclista David Plaza na Volta a Portugal, em 1999 e, em 2000, foi responsável pela constituição da SAD para o futebol e contratou Mourinho como treinador no Benfica.

Os reincidentes

Alberto Lima passou duas vezes pela presidência do clube: a sua primeira passagem (1911-1912) deu-se através da nomeação, após eleições intercalares, pela direção. Mas foi no segundo mandato (1912 -1915) que deixou a sua marca com o início da ginástica (1913) no Benfica, a fundação do primeiro jornal do clube “O Sport Lisboa” e a inauguração do campo de Sete Rios, onde os encarnados iniciaram outras modalidades como a natação e o ténis.

Sempre presente no clube, tendo sido atleta pelos encarnados em várias modalidades (incluindo na posição de avançado no futebol), Félix Bermudes experienciou uma primeira passagem enquanto presidente de apenas 83 dias. Mudou o perfil social do Benfica e concluiu a integração do Desportos de Benfica. Na sua segunda passagem pela presidência (1945 -1946), quase 30 anos depois, sagrou-se campeão nacional e comprou o edifício da sede do clube, alugada desde 1916.

Manuel da Conceição Afonso foi presidente do clube durante três mandatos (1930-1933/1936-1938/1946-1947). No primeiro período foi bicampeão de Portugal (1930 e 1931), e, em 1932/33, conquistou o título de campeão de Lisboa, altura em que o clube iniciou a modalidade de andebol. Na segunda presidência, conquistou o primeiro “tricampeonato” nacional.

Com uma primeira presidência marcada por dificuldades financeiras devido à eliminação precoce nas competições europeias, José Ferreira Queimado (1966-1967 / 1977-1981) regressaria ao clube dez anos depois. Inaugurou a piscina em 1978 e construiu o Pavilhão n.º 2 (Borges Coutinho), inaugurado em 1982. Em 1978, seria também aprovada em Assembleia Geral a proposta para a contratação de futebolistas estrangeiros. O primeiro foi Jorge Gomes Filho, avançado adquirido ao Boavista em 1979. No futebol, o Benfica voltou a sagrar-se campeão nacional em 1981, quatro anos depois do último título, um hiato de cuja duração que não acontecia desde 1955.

Os reis das modalidades

Foi durante a presidência de José Antunes dos Santos Júnior (1915-1916) que se tornam mais habituais os jogos internacionais no campo de Sete Rios. Foram também melhoradas as infraestruturas do ténis e natação e passou a haver polo aquático como modalidade

Dez anos depois, surgiria mais uma presidência que continuou a apostar nas modalidades. Alberto Silveira Ávila de Melo (1926-1930) construiu, junto ao estádio das Amoreiras, um campo de basquetebol. Já em 1928, passou-se a jogar ténis de mesa de encarnado. Durante o seu mandato, o Benfica conquistou pela primeira vez, em 1930, o Campeonato de Portugal.

Gerências relâmpago

A história das “gerências relâmpago" do clube conta com António Nunes de Almeida Guimarães (1911), o presidente que exerceu menos tempo no clube, tendo pedido a exoneração do cargo quatro meses depois de ser sido instituído. O seu mandato foi marcado, porém, pelo primeiro jogo internacional do clube, a 22 de maio de 1911, contra o Stade Bordelais Université Club.

As curtas presidências, abrangem também Nuno Freire Themudo, que exerceu funções durante um ano (1916-1917), apenas um mandato. Deixou o clube numa situação crítica e, mais tarde, moveu uma ação de despejo, em nome da filha, contra os encarnados, que ficaram sujeitos a perder as instalações. A ação de despejo deveu-se à alegada falta de pagamento de rendas e desvio da sede para fins diversos dos constantes do contrato de arrendamento. Foi este edifício que mais tarde foi adquirido por Felix Bermudes.

Entre os restantes presidentes do clube constam ainda Januário Barreto (1906-1908), José Eduardo Moreira Sales (1912), Júlio Ribeiro da Costa (1938-1939), João Tamagnini de Sousa Barbosa (1947-1949) e António Catarino Duarte (1965-1966).

Destaca-se ainda a presidência de Vasco Rosa Ribeiro (1933-1936), durante a qual o Benfica venceu o Campeonato de Portugal, na primeira final com “Dérbi de Lisboa” e conquistou a segunda edição da I Liga, data em que o Benfica se sagra, pela primeira vez, campeão nacional.

Pesquisa e texto por Marta Mixão.

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