“Hoje fui destituído. É oficial. As minhas funções foram assumidas por Chase Carey”, indicou Ecclestone em declarações à publicação “Auto Motor und Sport”.

Ecclestone já tinha admitido em setembro do ano passado abandonar a Fórmula 1 devido a problemas com a Liberty Media, empresa do magnata norte-americano John Malone que comprou os direitos do Campeonato do Mundo da modalidade rainha do desporto automóvel por oito mil milhões de dólares (cerca de sete mil milhões de euros).

A venda da Fórmula 1 à Liberty Media foi oficialmente aprovada na semana passada pela Federação Internacional do Automóvel (FIA).

O empresário britânico, de 85 anos, mostrou-se então desagradado com algumas das decisões de Malone, sobretudo por ter nomeado Chase Carey como presidente — passando Ecclestone, até então ‘patrão’ da Fórmula 1, a diretor-executivo.

“Graças a Deus que não preciso do dinheiro, não preciso de um emprego e, se eu achar que as decisões que estão a ser tomadas não são as corretas, desapareço de certeza”, afirmou então Ecclestone.

Em declarações à “Auto Motor und Sport”, Ecclestone indicou, no entanto, que se manterá ligado à Fórmula 1 como “presidente honorário”.

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