“Assistimos no futebol nacional a vários exemplos de equipas em que é detetado um número reduzido de casos positivos e que, após testagem de grupo maioritariamente negativa, são autorizadas a competir. Não podemos deixar de mostrar a nossa estranheza com o facto de existirem dois pesos e duas medidas para situações similares”, critica o clube.

Os casos foram confirmados após o despiste obrigatório antes da viagem para os Açores para o jogo com o SC Praiense, do Campeonato de Portugal.

“Apesar de todos os esforços levados a cabo pela administração da SAD e do cumprimento rigoroso das normas da Direção-Geral da Saúde (DGS), não foi possível evitar o isolamento profilático”, lamentam, insurgindo-se contra a dualidade de critérios para situações análogas.

O clube, que promete fazer tudo para “jogar logo após o período de isolamento”, desde que seja essa a “vontade dos adversários”, realizou um total de 31 testes, pelo que 28 foram negativos.

Segundo o Estrela da Amadora, o adiamento imposto pelo governo aos jogos do fim de semana de 31 de outubro e 01 de novembro e o adiamento do encontro de dia 11 de novembro, “resulta em prejuízos de milhares de euros” para a sociedade desportiva.

A instituição justificou isso com os custos com voos, hotéis, autocarros, refeições e toda uma logística exigente para duas deslocações aos Açores.

“Para reflexão das entidades competentes! Em defesa da indústria do futebol!”, concluem os amadorenses.

Portugal contabiliza pelo menos 2.959 mortos associados à covid-19 em 183.420 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS).

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