A informação foi adiantada durante a audição do empresário na 26.ª sessão do julgamento do processo ‘Football Leaks’, no Tribunal Central Criminal de Lisboa, e veio validar documentos divulgados em 2016 pela plataforma criada por Rui Pinto, nos quais se dava conta do pagamento de uma comissão de 1,26 milhões de euros à Vela Management, empresa ligada a Nélio Lucas, e que depois pagou 700 mil euros à Energy Soccer, da qual Alexandre Pinto da Costa era sócio.

“É verdade, era um parceiro da empresa em Portugal”, afirmou Nélio Lucas, em resposta aos advogados de Rui Pinto.

Mais tarde, já no exterior do tribunal, o antigo administrador do fundo de investimento reiterou o seu “orgulho” pelas negociações efetuadas com o filho do presidente do FC Porto.

“Alexandre Pinto da Costa é um empresário como qualquer outro, fez negócios comigo e tenho orgulho nos negócios que fiz com ele. Se puder fazer mais algum com ele, farei”, vincou, em declarações aos jornalistas.

As palavras de Nélio Lucas divergem de alguma forma com recentes afirmações de Pinto da Costa, que, em entrevista à TVI, em 15 de outubro, explicou que o filho não está envolvido nas transferências do clube ‘azul e branco’.

“Hoje, não tem nenhuma ligação ao FC Porto, a não ser a de associado, há 52 anos, que entrou no dia em que nasceu. Hoje, na sua atividade, é empresário de futebol. Não faz negócios connosco, nem pode fazer”, resumiu, então, o líder portista.

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