Numa carta aberta escrita em nome da equipa principal e publicada hoje, os três futebolistas referem que lutaram por um acordo melhor num momento em que a seleção “estava sob pressão dos seus respetivos clubes”.

Os atletas elogiaram os “1.000 futebolistas” que recusaram jogar com a Eslováquia, num jogo particular realizado em setembro, que a Dinamarca perdeu por 3-0 e no qual foi forçada a utilizar jogadores de escalões inferiores e até alguns praticantes de futsal.

Na base da disputa esteve o falhanço nas negociações sobre o direito de os jogadores poderem estabelecer contratos individuais de patrocínio com empresas que competem diretamente com os atuais patrocinadores da seleção.

A Dinamarca está inserida no Grupo 4 da segunda divisão da Liga das Nações e jogará no sábado com a República da Irlanda, na segunda partida dos dinamarqueses na mais recente prova de seleções a nível europeu.

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