Em comunicado, a liga espanhola condena a conduta do jovem, que entrou em campo aos 53 minutos de jogo envergando uma camisola da seleção argentina, considerando que “colocou em causa a saúde pública, violou a legislação sanitária vigente e desobedeceu às ordens dos seguranças” do estádio do Maiorca.

Em declarações à comunicação social espanhola, o jovem admitiu que o seu objetivo era tirar uma fotografia com Lionel Messi, mas “apenas” conseguiu uma imagem com o defesa espanhol Jordi Alba, no encontro disputado à porta fechada devido à pandemia de covid-19.

O rapaz, que foi obrigado pela polícia a apagar as fotografias, terá entrado no estádio trepando um muro, numa zona menos exposta, junto às bilheteiras, depois de se ter apoiado numa pedra de grandes dimensões, segundo explicou o chefe de segurança do recinto.

“Tínhamos 25 seguranças no estádio, mas a verdade é que nunca podemos assegurar a 100% que estes incidentes não acontecem”, disse José Costana, garantindo: “O rapaz não estava a ver o jogo escondido dentro do estádio”.

No relatório de jogo, que terminou com a vitória do líder FC Barcelona por 4-0, o árbitro descreveu o incidente, indicando que “ao minuto 53 da partida, saltou para o relvado uma pessoa alheia à mesma, tentando tirar fotografias com os jogadores, que foi posteriormente intercetada pelos seguranças e saiu do recinto sem oferecer qualquer resistência”.

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