“Estou contente e, obviamente, entusiasmado por voltar a correr. Jerez sempre foi uma etapa muito especial para mim, pois é o que fica mais perto de casa”, disse o piloto de Almada, em declarações difundidas pela equipa Tech3.

Miguel Oliveira observou que a prova deste ano será “extra especial, pois marca o regresso à competição”, após a suspensão motivada pela pandemia de covid-19, que provocou mais de 566 mil mortos e infetou mais de 12,79 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

“Estou contente e muito, muito feliz por ver toda a gente outra vez reunida e voltar ao trabalho num fim de semana que será diferente, sem fãs nas bancadas, com muitas restrições”, sublinhou.

No entanto, apesar das limitações, o piloto luso promete “dar o máximo para deixar toda a gente orgulhosa”.

Também o patrão da equipa Tech3, o francês Hervé Poncharal, mostrou-se satisfeito com o regresso da competição: “Com tanta coisa que aconteceu, entretanto, é como um sonho, algo que parecia impossível há apenas três meses”.

O facto de haver menos corridas (17) e com pouco intervalo entre si obriga “a estratégias diferentes”.

O Grande Prémio de Espanha será a primeira de 17 corridas previstas para 2020.

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