Depois das vitórias na Suécia e em Portugal, Neuville, que partiu para o último dia da sétima prova do campeonato a 3,9 segundos do pentacampeão do mundo, venceu as quatro especiais disputadas hoje, assegurando o triunfo final na ‘power stage’.

O ataque do belga deixou-o a apenas oito décimos de segundo de Ogier antes dos 6,96 quilómetros da 20.ª e última classificativa, que viria a vencer, em 4.52,9 minutos, menos 1,4 segundos do que o francês.

“Dei tudo e quero agradecer à equipa por nos ter entregado um carro fantástico este fim de semana”, afirmou Neuville, imediatamente após terminar a última especial.

Com o triunfo no Rali da Sardenha, que já tinha vencido em 2016, e na ‘power stage’, Neuville soma 149 pontos na classificação de pilotos, ampliando de 19 para 27 a diferença sobre Ogier, segundo classificado.

“Estive sempre a perder tempo. A última especial foi muito dura e cometi dois erros, que me custaram algum tempo. Mas conquistei bons pontos para o campeonato. Perdemos a batalha mas não perdemos a guerra”, referiu Ogier, recordando que faltam seis provas para o fim do campeonato.

O finlandês Esapekka Lappi (Toyota Yaris) terminou o rali italiano no terceiro lugar, a 1.56,3 minutos de Neuville, cimentando o quarto lugar do Mundial, com 70 pontos, atrás do estónio Ott Tänak (Toyota Yaris), que sofreu um acidente na sexta-feira, segue no terceiro lugar, que segue no terceiro lugar com 79.

De acordo com o sítio oficial do Mundial de ralis, os resultados permanecem provisórios devido a um “incidente bizarro” no final da 19.ª e penúltima especial, na qual Ogier deixou o posto de controlo sem recolher o cartão de controlo, pedindo depois a Tänak para o transportar.

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