As declarações do atual número três do ‘ranking’ mundial ATP surgem depois da revelação feita hoje pelo francês Ugo Humbert, que obteve um teste positivo um dia após a derrota na primeira eliminatória, diante do compatriota Richard Gasquet.

"Acho que alguns jogadores já tinham [o coronavírus] quando chegaram e que alguns jogadores têm agora. Não estamos a ser testados, pelo que, se fôssemos testados, provavelmente haveria mais positivos do que há neste momento", expressou o tenista germânico, em conferência de imprensa.

Todos os tenistas presentes no Open da Austrália são obrigados a estar vacinados contra a covid-19 ou devem dispor de uma isenção médica para jogar o primeiro ‘Grand Slam’ da temporada.

O jogador alemão, de 24 anos, terceiro cabeça de série do torneio australiano, deu conta do alívio de restrições, em comparação com a edição passada.

"Temos permissão para sair e podemos fazer o que quisermos. Portanto, é natural que mais pessoas fiquem infetadas com a covid-19. Não quero sair para restaurantes, nem fora do meu hotel. Não quero correr o menor risco a esse respeito”, justificou.

Por fim, deixou claro que está em Melbourne para “fazer o seu melhor” e, dado os eventuais casos positivos, prefere fazer uma “bolha própria”.

Nos últimos dias, o australiano Bernard Tomic, que foi um dos casos positivos, criticou os protocolos da prova para controlar a pandemia.

"Não acredito que alguém esteja a ser testado. Eles [responsáveis pela organização] estão a permitir que os jogadores entrem nos ‘courts’ com testes rápidos realizados no quarto", revelou.

Apurado para a terceira ronda do primeiro ‘major’ da temporada, Zverev vai discutir um lugar nos ‘oitavos’ com o moldavo Radu Albot (124.º).

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