A entidade organizadora da I Liga inglesa diz-se ao lado de jogadores, clubes, Federação Inglesa de Futebol (FA), da Taça da Liga (EFL), da Associação de Futebolistas Profissionais (PFA), da Associação de Treinadores (LMA), e da Associação de árbitros (PGMOL) e de todos aqueles que se opõem à discriminação.

A Premier League vai mesmo mais longe e diz que autorizará que os jogadores se ajoelhem antes ou durante os jogos, se assim o desejarem, para manifestar o seu apoio ao movimento, além de que um logótipo aparecerá nas camisolas dos futebolistas até ao fim da época, juntamente com um crachá a agradecer ao Serviço Nacional de Saúde (NHS) pelo seu trabalho durante a crise da covid-19.

Entretanto, jogadores das 20 equipas que competem na I Liga inglesa decidiram divulgar uma nota na qual manifestam o seu repúdio contra o racismo e a discriminação: “Nós, os jogadores, mantemos o objetivo singular de erradicar o preconceito racial onde quer que exista, de criar uma sociedade global de inclusão, respeito e igualdade de oportunidades para todos, independentemente da sua cor ou credo. Este símbolo é um sinal de união de todos os jogadores, todos os funcionários, todos os clubes, todos os árbitros”.

A morte recente de George Floyd, um afro-americano que morreu no passado dia 25 de maio depois de um agente policial de Minneapolis, Derek Chauvin, se ter ajoelhado no seu pescoço durante quase nove minutos, enquanto estava deitado de bruços na rua, para o deter, acabou por fazer ressurgir em força o movimento ‘Black Lives Matter’, quer nos Estados Unidos quer noutros países do mundo, através de manifestações e protestos que culminaram com confrontos com a polícia.

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