No discurso antes de ver confirmada a reeleição, uma vez que é candidato único a novo mandato no organismo de cúpula do futebol europeu, Ceferin garantiu que a sua liderança e a de Andrea Agnelli, na Associação de Clubes Europeus (ECA), garantem a manutenção da Liga dos Campeões.

“Enquanto liderarmos estas duas organizações, não haverá Superliga. Isso é um facto”, disse o esloveno, que lembrou ainda que a intenção de quebrar com o modelo já tinha surgido em 2016, quando assumiu o cargo, por uma série de clubes de elite.

O dirigente considerou ainda que os clubes que saíssem da Liga dos Campeões iam “perder o estatuto nos corações das pessoas” e ficariam “com apenas o passado como verdadeiramente grande”, pedindo aos clubes para se afirmarem contra a ganância.

No mesmo discurso, Ceferin anunciou ainda não querer ser um “‘yes man’ que leve outros líderes à queda”, referindo-se ao plano do presidente da FIFA, Gianni Infantino, de injetar mais de 25 mil milhões de euros para transformar o Mundial de clubes e criar uma Liga das Nações global.

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