No mítico Crucible Theatre, em Sheffield, em Inglaterra, o ‘Rocket’ igualou, aos 46 anos, o recorde de sete Mundiais do escocês Stephen Hendry, deixando para trás o inglês Steve Davis e o galês Ray Reardon.

“Podemos partilhá-lo por um ano”, disse, quando questionado se estava orgulhoso por partilhar o recorde com Hendry, que já congratulou o inglês, admitindo que não esperava que tivesse demorado tanto tempo a chegar ao sétimo título.

Após um torneio quase perfeito, em que a sua hegemonia raramente foi posta em causa, O’Sullivan foi igualmente superior ao 14 anos mais jovem Trump, que não conseguiu repetir o triunfo de 2019.

Depois de ter conquistado o seu primeiro Mundial em 2001, O’Sullivan tornou-se o mais velho de sempre a conquistar o título no Crucible.

Já após um longo e emocionado abraço com O’Sullivan, Trump reconheceu a superioridade do “melhor de sempre”, garantindo que partiu para a derradeira sessão sem “nenhuma” esperança de vencer a final, apesar de ter recuperado a desvantagem durante a tarde de 12-5 para 14-11.

“Todos sabemos que Judd não estava a jogar ao seu melhor, mas isso é o que um campeão faz, ainda chega à final e quase vence. Ele vai vencer isto algumas vezes”, disse O’Sullivan sobre o seu adversário.

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