A FINA decidiu suspender o nadador após o controlo fora de competição acusar positivo para o anabolizante Clostebol, embora tenha admitido a possibilidade de ter existido uma contaminação por ter partilhado toalhas e produtos de banho com um familiar, que tomou a substância, por prescrição clínica.

Depois de uma audiência entre as partes, em dezembro, o painel do TAS determinou de forma unânime que não se pode atribuir o erro ou negligência ao nadador, razão pela qual a sanção é retirada e o atleta pode voltar à competição.

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