Segundo informou a União Ciclista Internacional (UCI), Cobo é “culpado de uma violação da regra antidoping, de uso de uma substância proibida nos anos 2009 e 2011 e que foi detetada no seu passaporte biológico”.

O atleta foi assim punido com suspensão durante três anos: Cobo tem agora um mês para recorrer para o Tribunal Arbitral do Desporto (TAS), na Suíça.

Chris Froome, que tinha sido segundo, deverá assim ser o vencedor da edição de 2011, sendo que na de 2017, que ganhou, foi investigado pelas instâncias desportivas, depois de ter acusado positivo à substância salbutamol, um broncodilatador.

O britânico recebeu a notícia nos cuidados intensivos do hospital de Saint-Etienne, em França, onde foi hoje submetido a uma cirurgia para reparar o fémur, a anca, o cotovelo, costelas partidas e um pequeno dano interno também, na sequência de uma queda na quarta-feira quando fazia o reconhecimento para o contrarrelógio da quarta etapa do Critério do Dauphiné.

O diretor da Volta a Espanha, Javier Guillén, manifestou o seu “respeito” pela decisão do tribunal antidoping da UCI, reiterando o seu “compromisso antidoping”.

“Respeitamos a decisão, ainda que não seja uma boa notícia para o ciclismo. Em geral, prefiro que estas coisas sejam esclarecidas. O importante é que se mostre que se está a combater o doping”, disse.

À agência EFE, manifestou o desejo de que “as resoluções de casos com este sejam mais rápidas”.

Caso seja confirmado como vencedor, Froome passa a ter no seu currículo sete triunfos nas três grandes provas por etapas: quatro no ‘Tour’ (2013, 2015, 2016 e 2017), duas na ‘Vuelta’ (2011 e 2017) e uma no ‘Giro’ (2018).

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