“Este crescimento que aconteceu este trimestre tem sustentabilidade para continuar nos trimestres seguintes, nos anos seguintes. É nesse sentido que estamos a trabalhar”, advogou, falando à agência Lusa e à RTP, à margem da sessão de encerramento das Estoril Conferences.

O crescimento, realçou, “vem das empresas portuguesas”, mas o executivo advoga ser necessário um “crescimento que reforce a competitividade da economia portuguesa e que melhore a vida dos portugueses”.

Uma eventual revisão das metas de crescimento de Portugal “pode impor-se pela realidade” em documentos como o próximo Orçamento do Estado, admitiu.

O Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmou hoje que a economia portuguesa cresceu 2,8% em termos homólogos e 1% em cadeia no primeiro trimestre deste ano, mantendo os números divulgados na estimativa rápida.

Desta forma, o INE confirmou que o desempenho homólogo do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre foi o mais positivo dos últimos 10 anos, já que iguala o crescimento verificado no último trimestre de 2007, período em que a economia portuguesa cresceu também 2,8%.

Estes números confirmam também uma aceleração da economia portuguesa, que tinha crescido 2% em termos homólogos no primeiro trimestre de 2016 e 0,7% no último trimestre de 2016.

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