A notação atribuída pela agência de ‘rating’ a estes títulos de dívida perpétua (de elevada subordinação, que conta para capital) ficam três degraus abaixo do ‘rating’ de viabilidade que a mesma agência dá à Caixa Geral de Depósitos (CGD), de ‘bb-‘, também no grau de ‘lixo’.

A agência justificou hoje que o 'rating' atribuído segue o critério usado habitualmente para instrumentos híbridos (dívida mas que conta para capital), assim como uma “maior expectativa de perdas” face a credores seniores não segurados e ainda ao “risco de má performance”, devido a estes títulos implicarem o “pagamento discricionário” do cupão.

A Caixa Geral de Depósitos emitiu, a 23 de março, 500 milhões de euros de dívida perpétua junto de investidores institucionais, a uma taxa de juro de 10,75%.

Esta emissão de dívida faz parte da recapitalização do banco público, num montante de cerca de 5.000 milhões de euros, depois de ter apresentado um prejuízo histórico de 1.859 milhões de euros em 2016.

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