Carlos Tavares justificou este projeto com a necessidade de o banco mutualista se aproximar de populações menos servidas pelo setor financeiro e onde pode haver margem de crescimento do negócio bancário, perante a dificuldade de fazer crescer a margem financeira que atribuiu “à tendência recente de ‘guerra de preços’ que se instalou”.

“Vamos procurar estar onde os outros [bancos] estão menos”, disse.

Os balcões serão em “territórios menos urbanos”, em “zonas de pouca cobertura [bancária] e com pouca proximidade com outras instituições”, explicou.

Os horários desses novos balcões ainda não estão definidos, mas provavelmente não serão completos, estando abertos em horas mais convenientes aos clientes. Cada balcão terá duas a três pessoas.

Quanto a fechos de agências noutros locais, disse não haver qualquer plano nesse sentido.

Carlos Tavares afirmou ainda que o banco pretende estar “menos presente no imobiliário e mais presente noutros setores, quer nas empresas quer nos particulares”.

Referiu que quer mais rapidez nos processos, considerando que muitas vezes os clientes estão dispostos a pagar mais no ‘spread’ (margem comercial do banco) se o processo for resolvido mais rapidamente. Deu o exemplo do crédito à habitação, em que considera que os clientes aceitam pagar mais de juros para não perderem a compra de uma casa que considerem um bom negócio.

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