Segundo a Moody's, o corte do 'rating' da dívida sénior de longo prazo do Novo Banco para ‘Caa2', sob revisão para nova descida, reflete a expectativa de que os detentores de obrigações seniores do banco liderado por António Ramalho vão sofrer perdas com esta operação.

Em causa está a realização de "um exercício de gestão de passivos, sujeito a adesão dos obrigacionistas, que irá abranger as obrigações não subordinadas do Novo Banco e que, através da oferta de novas obrigações, permita gerar pelo menos 500 milhões de euros de fundos próprios elegíveis para o cômputo do rácio CET1" ('common equity tier 1'), anunciado na última sexta-feira pelo Banco de Portugal.

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