Ana Avoila frisou que os sindicatos não receberam qualquer contraproposta do governo relativamente às medidas que apresentaram ao Ministério das Finanças, dizendo que ninguém compreenderá se surgir uma medida isolada para o subsídio de refeição, na proposta de Orçamento do Estado para 2017, conforme noticiam hoje os jornais.

“Se for uma atualização aos valores da inflação sobre 4,27 euros (não sei se será 1% ou 1,2%), para acrescentar uns cêntimos, ninguém vai perceber. Não se pode brincar com os trabalhadores”, declarou.

A dirigente sindical considerou que a medida terá de ser enquadrada no âmbito do aumento dos salários e das pensões, bem como do descongelamento das carreiras dos funcionários públicos.

“A nossa proposta é de 150 euros, mas isso vem depois do aumento dos salários (trata-se de vencimento), é apenas um subsídio”, sublinhou.

O jornal Observador noticiou na quinta-feira que, após sete anos de congelamento, o valor do subsídio de refeição vai ser atualizado com base na inflação.

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