“No final de agosto, os pagamentos em atraso das entidades públicas ascenderam a 558,8 milhões de euros, o que representou uma diminuição de 271,5 milhões de euros relativamente ao período homólogo e um aumento de 74,4 milhões de euros face ao final do mês anterior”, indicou hoje a Direção-Geral do Orçamento (DGO) na Síntese de Execução Orçamental.

A DGO assinala que para a evolução homóloga “contribuíram, sobretudo, os Hospitais EPE que registaram uma redução de 299,6 milhões de euros, parcialmente compensada pelo aumento de 33,3 milhões de euros na Administração Regional”.

Já no que diz respeito à variação mensal, o maior contributo registou-se nos Hospitais EPE, com um aumento de 65,2 milhões de euros.

Os dados da execução orçamental hoje divulgados pela DGO indicam que défice das contas públicas se agravou 6.552 milhões de euros até agosto, totalizando 6.147 milhões de euros, valor inferior ao registado em julho.

De acordo com o ministério tutelado por João Leão, a execução destes primeiros oito meses de 2020 “evidencia os efeitos da pandemia da Covid-19 na economia e nos serviços públicos, refletindo igualmente o impacto da adoção de medidas de política de mitigação”.

A execução orçamental até julho indicava um agravamento do défice das em 7.853 milhões de euros, chegando aos 8.332 milhões de euros (ME).

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