A votação decorreu em plenário no âmbito da sessão plenária, na cidade francesa de Estrasburgo, e contou com 534 votos a favor, 136 contra e 23 abstenções.

Há cerca de uma semana, negociadores do Parlamento Europeu e do Conselho (onde estão representados os Estados-membros) chegaram a acordo sobre o Orçamento da UE para 2020, que visa um aumento no montante total de 1,5% para cerca de 169 mil milhões de euros, com 21% destinados às alterações climáticas.

O acordo foi alcançado na noite de segunda-feira da semana passada, perto da hora-limite para o fim do prazo para que o Conselho e o Parlamento chegassem a um consenso.

O Orçamento para 2020 fixa as autorizações (o montante máximo de pagamentos futuros que a UE pode prometer) em cerca de 168,7 mil milhões de euros e os pagamentos (o que será efetivamente pago) em perto de 153,6 mil milhões de euros, ou seja, mais 1,5% e 3,4% do que em 2019, respetivamente.

Do valor total, 21% do orçamento será atribuído a vários programas que contribuem para a luta contra as alterações climáticas, como o programa LIFE, que receberá 589,6 milhões de euros (mais 5,6%), ou o Horizonte 2020, que receberá 13 mil milhões de euros (mais 8,8%).

Na altura, reagindo ao acordo alcançado, eurodeputados do PS, PAN e PSD afirmaram à agência Lusa estar satisfeitos com o documento, por estar previsto um reforço das verbas para ambiente e jovens, embora os socialistas tenham apontado haver uma “base minimalista” face ao próximo quadro financeiro plurianual, entre 2021 e 2027.

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